Observatório de Estudos da Palestina
OPal
O Observatório de Estudos da Palestina (OPal) foi criado e é coordenado pelo Centro de Estudos Internacionais (CEI-Iscte) e pelo Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA-Iscte). Trata-se do primeiro observatório do género em Portugal e do terceiro na Europa, ao lado do European Centre for Palestine Studies (Universidade de Exeter) e do Centre for Palestine Studies (SOAS).
Este observatório tem como principal objetivo criar uma plataforma dinâmica para a investigação interdisciplinar, promovendo a colaboração entre académicos, instituições e centros de investigação de todo o mundo. Funciona como um centro de intercâmbio intelectual, de debates críticos e de produção de conhecimento.
“A sua criação em 2025 representou uma resposta necessária à urgência de construir conhecimento sobre a Palestina, abordando dimensões históricas, políticas, culturais e sociais na região SWANA e na sua diáspora.”
Áreas de Investigação
Equipa: Comité Científico
O Comité Científico do OPal é um grupo interdisciplinar composto por professores, investigadores e doutorandos. Apoiamos a qualidade, os padrões éticos e a integridade científica das iniciativas de investigação, eventos e projetos do OPal. O Comité Científico do OPal é composto por investigadores do CEI e do CRIA.
Diretora
Dr. Giulia Daniele
Professora Auxiliar (CEI-Iscte)
Interesses: Política do Médio Oriente, Palestina e Israel, Movimentos sociais, Género, Colonialismo de povoamento.
Sub-Diretor
Dr. Miguel Vale de Almeida
Professor Catedrático (CRIA-Iscte)
Interesses: Género, colonialismo, crioulização, identidades étnicas/raciais, Israel/Palestina.
Dr. Annelien Groten
Resistência quotidiana, Humanitarismo, Faixa de Gaza.
Dr. Antónia Pedroso de Lima
Laços familiares, economias de base, poder e hegemonia.
Ashley Dell’Orso
Feminismos descoloniais, branquitude e raça, anti-imperialismo.
João Pedro Borralho
Colonialismo de povoamento, presos políticos, necropolítica.
Dr. Ruy Llera Blanes
Violência política, movimentos sociais, memória/património.
Sophia Kelsch
Cibercolonialismo, ativismo nas redes sociais, resistência digital.