Esta obra surge na sequência de uma experiência vivida em Marandallah, onde os Missionários da Consolata têm uma missão, e onde o desenho foi uma ponte para o encontro com outro.

Segundo os autores “nunca se passaria tanto tempo a conversar com uma pessoa desconhecida do interior remoto da Costa do Marfim se não fosse pelo desenho. Este é, definitivamente, um novo modo de relação com as pessoas, de as conhecermos melhor e nos sentirmos próximos”.

 

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