Numa altura em que os sinais provenientes de África em matéria de evolução política são, no mínimo, confusos, a comunidade africanista parece cada vez mais segura das próprias análises e prognósticos. O exemplo mais recente é Chabal e Daloz, mas já mesmo antes deles outros se tinham adiantado com pontos de situação sobre o processo de democratização no e do continente africano3, com resultados contraditórios.

Índice

1. Introdução
1.1 Estudar as transições em África
1.2 Estrutura do trabalho
2. Sociologia política de Moçambique
2.1 O “Marxismo de Samora”
2.2 A apropriação de Mondlane
3. Da possibilidade do político em Moçambique
3.1 O regresso do paradigma neo-patrimonial
3.2 Por uma análise positiva do político
4. Constituição de espaços e sujeitos políticos em Moçambique

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