Num momento em que o Ocidente, de forma a legitimar a sua posição hegemónica e de liderança político-ideológica “instaurou”, como principal ameaça aos valores por si defendidos (e, como tal, tidos como superiores) o mundo islâmico, este trabalho procurará efectuar uma ruptura epistemológica com o senso comum que inunda muitos dos actuais quadros metodológicos de análise, efectuando para tal, uma decomposição das relações afro-araboislâmicas (assumindo como epicentro o Senegal) segundo os vectores temporal, espacial e paradigmático.

Table of Contents

1. Introdução
2. Um Islão, mas muitos Muçulmanos…
3. As Vagas de Islamização
4. Conclusão
5. Referências Bibliográficas

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